O Nosso Dia

Hoje é o Dia Nacional da Galiza, o Dia da Pátria, o Dia de Todas e Todos Nós, a celebração da Terra que nos acovilha, sustenta e dá sentido, a que nos ensinou a estar no mundo.

Hoje unimos-nos à louvança do cenário único onde os nossos devanceiros e devanceiras viraram galegos e galegas. Hoje honramos – é preceito da Druidaria – a quem nos precedeu para podermos estar aqui agora e sermos quem somos.

Hoje celebramos o bom da Terra e da nossa cultura e identidade, e reforçamos a nossa vontade em erradicar tudo aquilo que lhe aflige e dana. Isto é algo que não pudemos fazer como deveria ter sido feito no ano passado, quando um horror em forma de acidente – embora com responsáveis – truncou a nossa alegria. Assim, neste novo 25 de Julho teremos que fazer tudo o que deve ser feito com o duplo de forças ainda.

Muito especialmente, dos Nove Compromissos presentes na nossa religião hoje o Compromisso com as Raízes, com a Liberdade e com a Independência revelam-se fulcrais em múltiplos sentidos. Fai-se, aliás, um chamamento especial a galegos e galegas em relação a um dos princípios básicos da IDG, que é o da defesa da Terra, pois os tempos que vivemos vem como nunca antes perigar a sua essência, e a do nosso Povo.

Chega então o momento de enchermos as ruas, fachendosos de nós, cantando o nosso amor pelos bons e generosos e nojo pelos imbecis e escuros.

Hoje não pode faltar uma insígnia do País em cada casa, em cada recanto, como símbolo comunitário de união e determinação do mais grande Clã.

Sintamos no abeiro da Cailleach a ligação em sagrado pacto à espinha do Dragão. Celebremos!

Bom dia da Galiza!

Esta celebração é de cumprimento voluntário para Caminhantes não-galegos/as mas sim de observância para galegos/as. Protectores/as e ordenados/as na IDG têm deveres específicos para este Dia.

De sexualidade e liberdade

O dia 28 de Junho é o dia internacionalmente reconhecido como ‘Dia do Orgulho LGTB‘, comemorando uma data já histórica que remonta à chamada ‘Rebelião de Stonewall‘, em 1969. lgtb

Tem-se perguntado à IDG qual é a sua postura, e portanto da linha de religião druídica galaica que representa, perante as questões de sexo, gênero e sexualidade. Achamos que a resposta é muito simples dentro da lógica mesma das nossas crenças, baseadas na liberdade e responsabilidade. Assim aparece explicado nas FAQ/Perguntas Frequentes, sob o cabeçalho “Qual é a visão da Druidaria respeito do sexo e preferências sexuais?“, com esta resposta:

Os Druidas e Druidesas tratam o corpo, relações pessoais e sexualidade com atenção e respeito, a eles/as mesmos/as e aos/às outros/as. O sexo joga com umas energias poderosas a ser estudadas, reverenciadas e desfrutadas. Reverência não deve ser confundida com puritanismo ou excesso de pudor ou vergonha, ou com falta de intensidade. A verdadeira reverência é forte e sensual, com intenção e sentida, à vez que educada e amável. O ser humano integral é só se incorporar todos os elementos do seu ser natural, e isto inclui uma sexualidade sã que conduza a uma maior alegria e bem-estar para todos e todas.
A Druidaria prima a responsabilidade, honra e compromisso dos indivíduos, e por tanto aceita qualquer acordo, prática ou organização afectiva ou familiar que conte com o consentimento maduro e responsável de todos aqueles e aquelas envolvidos/as e que não cause mal a nenhum deles/as.

Pode-se acrescentar, de forma mais clara, que desde a IDG acreditamos que ninguém, nem indivíduo nem instituição, tem potestade nem nada a dizer sobre as escolhas pessoais de indivíduos livres e conscientes, de acordo com os nossos preceitos mais básicos, e que é necessário fazermos esforços para rachar com a sociedade patriarcal (portanto injusta) na que vivemos.

Festa dos Lumes

Passou o Solstício de Verão, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, na passagem astronómica do 20 ao 21 de Junho. Ora bem, na nossa tradição a festa da Noite dos Lumes, Alban Hefin, Mean Sámhraidh ou Dia do Meio-Verão, terá lugar como sempre na grande e especial noite do 23 ao 24 de Junho.

Não sendo uma das quatro celebrações religiosas principais do ano (Magusto/Entroido/Maios/Lugnasad) é a mais importante – e sem dúvida a mais sentida popularmente – entre as quatro denominas “menores” (solstícios/equinócios).

É assim a celebração do trânsito ao verão que nos levará cara o Lugnasad, uma mudança de estação e um novo lento caminho cara a metade escura da Roda do Ano. Vai rematando a época dos Maios e tudo arde numa êxtase festiva. Por isso, mais do que nunca, o lume em forma de cacharelas comunitárias viram elemento fulcral alumiando a meia-noite, dissipando as trevas e criando um perfeito dia sem fim, um último berro de luz, poder e fertilidade. Decoram-se os chãos com flores, enchem-se as ruas de elementos vegetais, despedindo aos poucos ao bom de Bel, dando as boas vindas ao luminoso Lug, que em nada completará a sua entrada.

noitelumescorunha

Centos, milheiros… O País inteiro vive a noite mágica de forma alegre e popular.

Junto do Magusto e os Maios esta é a terceira das denominadas noites mágicas do ano, onde disque as meigas andam à solta. É bom momento então para apanharmos ervas mencinheiras assim como banhar-nos no mar e recolher a Flor da I-áuga (o primeiro reflexo do Sol na superfície das fontes), com a permissão das Xanas no novo abrente, cousas todas que hão centrar os rituais para as nossas sanações e purificações.

Como cada ano, preparade-vos logo para acender e cuidar o lume do vosso Clã, uma fogueira tão alta e brilhante que dea luz às próprias estrelas, lume que depois haverá que saltar para eliminar todo mal. Preparade-vos para partilhar a comida e recuperar forças antes de ir apanhar as ervas e água mágicas, para tomar o banho de mar na noite que é dia, e aguardar ainda assim pelo raiar do Sol que lembrará que sempre há voltar.

 

Noite dos Lumes, alegre / menina, vai-te lavar

apanharás água do pássaro / antes de que o Sol raiar

Irás arrente do dia / a água fresca catar

da água do passarinho / que saúde che há de dar

Corre menina, vai-te lavar / alá na fonte te hás de lavar

e a fresca água desta alborada / cor de cereixa che tem que dar

Se arraiar, se arrairá / todas as meigas levará;

já arraiou, já arraiou / todas as meigas levou.

noitelumes2013_IDG(clique-se na imagem para baixá-la ou ampliá-la)

 

Jornadas de cultura galaica

iiijornadascartazdtsPor terceiro ano consecutivo, o grupo Desperta do Teu Sono, com apoio de diferentes organizações galegas e portuguesas e organismos públicos portugueses, celebra em Pitões das Júnias as “Jornadas das Letras Galego-Portuguesas” (30 Maio – 1 Junho 2014).

Estas jornadas têm vido a funcionar como um excelente ponto de encontro da cultura celto-galaica (e não só) entre a actual Galiza e Norte de Portugal – antiga Callaecia – com palestras e actividades do mais alto nível e interesse.

Este ano, aliás, alguns membros da IDG assistirão às jornadas a título individual e pessoal (isto é, não representando oficialmente à IDG, mas sim presentes).

Deixamos aqui o programa e informações sobre o evento deste ano, tal e como aparece no web dos organizadores. Não deixem de assistir se têm oportunidade!

 

Dia 30 de Maio Sexta-feira (hora portuguesa)
20:00: Receção dos participantes nas Jornadas na casa de Turismo Rural do Padre Fontes em Mourilhe e atuação do Bruxo Queimam e o Padre Fontes.
21:00: Ceia na Casa Rural do Padre Fontes em Mourilhe (ceia 18 Euros).
23:00: Deslocamento dos palestrantes a Pitões.

Dia 31 de Maio Sábado (hora portuguesa)
10:00: Apresentação das Jornadas.
10:15: Xoán M. Paredes: “A utilidade do celtismo. Celticidade galaica no S. XXI”
11:15: Rafa Quintia e Miguel Losada: “Celtismo, construção cultural e identidade”
12:15: Perguntas, questões e debate.
12:45: Descanso e café.
13:00: Oinaikos Kallaikoi (recriação histórica de guerreiros/as galaicos/as).
14:00: Comida popular na Praça da Junta da Freguesia (música).
16:30: Oinaikos Kallaikoi (recriação histórica de guerreiros/as galaicos/as).
18:30: Maria Dovigo: “O conto de Santo Amaro, desde a procura da ilha paradisíaca à diáspora dos galegos de Lisboa”
19:30: Debate, perguntas e questões.
20:00: Descanso, café e visita por Pitões.
20:30: Folião celto-galaico.
21:00: Atuação do Bruxo Queimam.
21:30: Folião celto-galaico.
21:45: Ceia livre por Pitões.

Dia 1 de Junho Domingo (hora portuguesa)

10:00: Abertura da sessão.
10:15: Alberte Alonso: “As pedra-fitas, observadores astronómicos”

11:15: André Pena Granha: “Constituição política celta das galaicas trebas e toudos. Etno-arqueologia institucional”
12:15: Pedro Teixeira da Mota: “As fontes matriciais de Portugal”
13:15: Debate, perguntas e questões.
13:45: Encerramento.
14:00: Almoço no Dom Pedro.

A GENTE PODE VIR LIVREMENTE ÀS JORNADAS. NÃO HÁ QUE PAGAR MATRÍCULA, SÓ HÁ QUE PAGAR A CEIA NA CASA DO PADRE FONTES O DIA 30 DE MAIO ÀS 21:00 HORAS.
NÃO É OBRIGATÓRIO ASSISTIR A ELA PARA PARTICIPAR NAS JORNADAS MAS QUEM QUISER VIR DEVE CONFIRMAR PARA OS COZINHEIROS PODEREM MEDIR AS QUANTIDADES E A GENTE ASSEGURAR UM LUGAR ENTRE OS COMENSAIS.

-CEIA:
-Atuação do Bruxo Queimam às 20:30 aproximadamente.

EMENTA:

-Entradas: azeitonas, presunto, chouriço e fios de bacalhau
-Prato principal: Carne assada, salada de alface, arroz, verduras cozidas e ovos cozidos
-Sobremesas: Torradas e frutas
-Bebidas

Preço: 18 Euros a ceia.

AS COMIDAS E AS DORMIDAS DIÁRIAS EM PITÕES DAS JÚNIAS PARA OS ASSISTENTES, AQUI NESTE LINK::
http://www.pitoesdasjunias.com/alojamento-e-produtos.html
http://www.casadopreto.com/
http://anaerusso.wix.com/sabores-de-pitoes/site#!__site
https://www.facebook.com/restaurantedompedro.pitoes
http://ww7.abrigosdepitoes.com/
http://www.casacampoferreira.blogspot.com.es/
https://www.facebook.com/pages/αβ-COMPOTAS-DO-MOSTEIRO/145993235459469

Link da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias:
http://www.pitoesdasjunias.com/
Link do Concelho de Montalegre:
 http://www.cm-montalegre.pt/

 

Dia de orgulho, e combate

Defender o nosso não  é delito.

Defender o nosso não é delito

O 17 de Maio deveria ser  um dia de festa na nossa Terra. É até feriado oficial, mas os galegos e galegas bem sabemos que não é dia de festa. Cada vez mais, este é um dia para lançarmos um berro colectivo na luta pelas nossas tradições, cultura e, claro está, língua. Não deixa de ser o Dia das Letras Galegas.

A IDG lembra que um dos seus principais deveres e prioridades vira arredor da defesa contra todo ataque e agressão sofrida, directa ou indirectamente, física ou virtualmente, literalmente sobre a Terra ou sobre o seu património material e imaterial, onde se encontra a língua, gravemente ameaçada a cada dia que passa.

Este ano engade-se o insulto do juízo a 12 pessoas cujo “delito” foi a defesa activa do seu idioma perante organizações e posicionamentos integristas na contra. A história e a campanha circula por toda parte e anima-se a partilhar em redes sociais com o marcador #8f45anos.

Desde a IDG, a nossa mais profunda solidariedade com todos e todas.

É logo a nossa língua um veículo secular de identificação colectiva e o elemento em torno ao qual vira grande parte da nossa identidade contemporânea como Povo. É a única língua na que, por exemplo, a IDG realiza os seus ritos, sendo a única língua consequente na prática da Druidaria na Galiza.

A nossa cultura esvai-se à nossa frente e há uma série de compromissos druídicos que não nos permitem deixar passar isto por alto, nomeadamente o Compromisso com as Raízes, o Compromisso com a Liberdade, o Compromisso com a Independência, o Compromisso com o Conhecimento e o Compromisso com a Verdade.

Assim, a IDG insiste no facto de a Druidaria não ser uma religião contemplativa ou passiva, embora o proselitismo religioso sim estiver proibido. Longe disso, o compromisso dum Druida ou Druidesa ou qualquer Caminhante é com o seu Clã, com a sua defesa total, sempre com Honorabilidade e Justiça. A Druidaria não anula vontades nem individualidades, antes o contrário, o Clã é a união de indivíduos livres e determinados, com ideias e convicções fortes e meditadas, mas que são capazes de pôr essas virtudes ao serviço da Comunidade. Hoje o Clã da IDG revela-se como a Galiza toda, a Treba Mór de todas nós.

Animamos finalmente a tomardes parte – baixo os auspícios de Bel – nas concentrações e manifestações que no 17 de Maio vão sair à rua nas cidades do País. Abofé que membros da IDG estarão presentes (a título individual e pessoal), e hão continuar estando.

Um Povo vivo, uma esperança de futuro.

Um Povo vivo, uma esperança de futuro. Que os lumes de Bel queimem e desfagam toda injustiça.

Achega-te Maio junto de mim!

Os Maios (Beltaine) são chegados. A terceira grande celebração do ano a seguir o Magusto (Samain) e o Entroido (Imbolc) começa esta noite, no passo do 30 de Abril ao 1 de Maio.

A roda de nenos e nenas arredor dum Maio (Combarro, PO).

Roda de nenos e nenas arredor dum Maio (Combarro, PO).

Vêm aí os Lumes de Bel (Bel-tené) – o formoso, o belo – e assoma a cabeça a Tarasca do Val, sabendo que chega já de forma definitiva a primavera. Regressam a casa depois dum duro inverno fora os moços do Cório (como os irlandeses fianna), para celebrarem estas datas com o resto do seu Clã.
Como o Magusto (Samain), os Maios supõem um trânsito, o outro fito da divisão da Roda do Ano em duas partes, a mudança definitiva da metade escura do ano à luminosa, de Giamos a Samos. Retoma o lume guardado por Druidas e Druidesas o seu simbolismo fulcral, leva-se o gado até ele para a sua purificação e saltam homens e mulheres por riba na procura da fertilidade. Se no Lugnasad preparamos com lume a futura chegada da escuridão, aqui chamamos definitivamente à luz que não para de caminhar cara nós. Invoca-se o calor, em definitiva o Sol, no rito de Alumiar o Pão:

Alumia o pão
Alumia-o bem
Alumia o pão
para o ano que vem

Alumia o pai
cada grão um tolodão
Alumia o filho
cada grão um pão de trigo
Alumia a nai
cada grão um tolodão
Alumia a filha
cada grão um pão de trigo

É o grande festival da fecundidade, do esplendor da natureza, da fartura. É uma festa de reconstrução e renovação simbolizada também pela morte do deus Maponos pendurado duma árvore, morte temporária pois renasce depois nessa mesma árvore. Assim a Comunidade elabora o Maio, uma figura inteiramente vegetal – se calhar com algum ovo que a Lebre já cedeu a pedido de Brigantia depois do equinócio  – que representa e centraliza a natureza, a essa árvore se se quer, ou escolhe-se uma árvore que será passeada por moços e moças; mesmo pode-se vestir uma criança como tal. É a árvore pois que traz a vida e a luz durante meio ano, em torno à qual todas e todos cantam e dançam em círculos enquanto o Cório bate as suas espadas junto da Tarasca, espinha do Mundo:

Ergue-te Maio
que tanto dormi-che
que passou o inverno
e ti não o vi-che

De acordo com a tradição galaica celebramos os Maios desde a noite do 30 de Abril até o significativo dia 1 de Maio, onde depois da juntança de luta da manhã percorremos o caminho cara um santuário natural com o galho de acabar de confeccionarmos o Maio, acender os lumes, jantar e, em definitiva, desfrutar da alegre proteção de Bel sobre nós e da ajuda de Návia nos nossos cânticos com o repenique das suas águas, sempre precisas para limpar as feridas e completar a ressurreição de Maponos. Amanhã é dia de presença nas ruas, por justiça e por festa. Amanhã o País inteiro tinge-se de cor num berro senlheiro.

As datas de culto, aliás, estendem-se até o dia três, mas neste caso são actividades principalmente pessoais e privadas.

Para mais informações sobre a celebração deste ano – sempre sujeitas à climatologia – contactem sempre.

Beltaine, os Lumes de Bel

Num novo equinócio de Primavera

Hoje o Sol detem-se sobre as nossas cabeças, toma fôlegos por um intre na sua viagem enquanto equilibra luzes e trevas. Depois de finalmente alcançar à escuridão na sua corrida, hoje o dia dura tanto como a noite e a noite como o dia: é o equinócio da primavera, o que muitos e muitas denominam Alban Eilir, “A Luz da Terra”, Mean Earraigh, “Meia Primavera”, ou Alban Talamonos, “O Amencer da Terra”; Ostara nos cultos germânicos e wiccanos, o início do ano astrológico para outros.

É um dos quatro grandes eventos astronómicos que intercalam as quatro grandes celebrações para completar a Roda do Ano.

Continuamos assim o caminho indicado no Entroido (Imbolc). Vai resultando evidente que a chegada dos Maios (Beltaine) e imparável. A natureza cumpre os seus ciclos mais uma vez, por muito que muitos teimem em ignora-la e danifica-la. Por fim vai agromando a vida por toda parte; é óbvio e palpável. Activa-se a fertilidade e maravilhamos-nos de como a planta sabe quando tem que medrar, quando tem que sair do ovo protegido por uma lebre, simbolismo do que significavam os frutos “na barriga” (i mbolg) da deusa Brigantia, que não parou de sorrir desde o Entroido, e continua.

Renovam-se então as intenções do Entroido: continua a preparação, cuidado e sementado da terra, mas esta já reverdece. Pode-se pôr outra vez a casa em ordem e continuarmos a limpeza, também interior, porque com esta luz podemos ver melhor todo recanto escuro, em toda parte, e não deixarmos nem um canto sem arranjar.

Bom Equinócio da Primavera. Recebide a acougante Alban Eilir num agarimoso abraço. Empregade bem o tempo da Mean Earraigh. Espreguiçade-vos com o Alban Talamonos.

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